Segundo a polícia, as “lojinhas” eram pontos de venda de drogas espalhados pela cidade, onde os integrantes vendiam entorpecentes e eram obrigados a repassar parte do lucro para a liderança da facção.
Já a “escolinha”, era núcleo criado para treinar e doutrinar novos membros. Nesse espaço, os integrantes recebiam orientações sobre como agir dentro da facção, aprendiam regras internas, disciplina, hierarquia e até instruções sobre práticas criminosas.
Estão sendo cumpridos 18 mandados de prisão, 10 mandados de busca e apreensão e 28 medidas cautelares, além de bloqueios bancários determinados pela Justiça. As ações ocorreram em Espigão D’Oeste, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Vilhena e até no Rio de Janeiro.
A Operação Descarrilho faz parte da Rede Nacional de Combate ao Crime Organizado (RENORCRIM), do Ministério da Justiça. Somando as três fases já realizadas, 87 pessoas foram presas, 162 mandados de busca e apreensão foram cumpridos e os bloqueios patrimoniais ultrapassam R$ 26,5 milhões.
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